segunda-feira, 28 de abril de 2008

Virada Cultural

Um ano depois de todo aquele tumulto na Praça da Sé, lá estava eu na Virada Cultural 2008. Muita coisa boa pra ver, dançar e participar, mas senti como se o tempo escorresse por entre os dedos. Mal percebi já era dia. Mal percebi já tinha acabado. E olha que ainda me chamaram de "fraca" por ter ido embora às 10h30 do domingo.
Encontrei muita gente bacana, inclusive um amigo que conheci por lá, há exatamente um ano, bem no dia da Virada. Com outros já não tive a mesma sorte e acabei não vendo. Muita gente. Muita coisa legal. Poderia ficar um ano contando.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Consumo consciente

Pequenas dicas para melhorar a saúde do nosso planeta:

No ambiente de trabalho, as pessoas não precisam beber água naqueles copinhos descartáveis. Basta cada um ter uma garrafinha para encher d'água, levar pra mesa e beber o quanto quiser, até esvaziá-la e precisar repor o conteúdo no bebedouro.

Para tomar café a coisa funciona quase da mesma forma: cada um leva uma canequinha e zás! Além de ter uma xícara personalizada (escolhida por você mesmo), não há mais tantos copinhos plásticos no lixo.

Imprimir documentos desnecessários? Nem pensar! Imprima apenas aqueles que forem realmente imprescindíveis.

Pronto! Viu só como pequenas atitudes fazem a diferença? E nem vem falar que isso não funciona, porque dá certo, sim! Onde eu trabalho a gente faz tudo isso. E também nem adianta falar que é corte de gastos na empresa, porque a idéia partiu, por livre e espontânea vontade, dos funcionários.

Quer saber mais sobre consumo consciente? Clique aqui e vá para o site do Instituto Akatu.
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Comentário do dia: Depois do surto de dengue no Rio de Janeiro, da morte de um menino que caiu de um brinquedo no parquinho perto da minha casa e do caso Isabelle, só faltava ter tremor de terra em São Paulo (aliás, eu não senti).

terça-feira, 22 de abril de 2008

Daquilo que não se cura

Compridos, xaropes e pomadas são itens que qualquer médico receita para curar feridas. Mas e aquelas que cravam fundo, penetram no âmago e lá criam morada, quem e como cura?
Trazendo à tona estas questões, a Cia Confraria das Três Águas estréia, no próximo dia 03, o espetáculo "A Curandeira". Na montagem, uma curandeira busca, entre histórias e poemas, extinguir os males da alma e curar sentimentos feridos por meio de um caminho de recordações.
Com dramaturgia de Reinaldo Maia, direção de Melani Halpern, texto e atuação de Adriana Fortes, a peça narra duas histórias tradicionais e faz breve citação do texto upanishads e do Mahabharata, um dos maiores clássicos épicos da Índia. Para tanto, o grupo baseou-se nos estudos simbólicos da sabedoria sufi, cabala, hinduísmo e candomblé para refletir sobre como poderia o ser humano se religar à natureza.


Estréia 3 de maio até 1º de junho de 2008
Sábados, 21h, domingos, 20h
R$20,00
Teatro Opera Buffa
Praça Franklin Roosevelt, 82 – Consolação - São Paulo

domingo, 20 de abril de 2008

Flores


Em lilás, dourado e branco

as flores de maio descortinaram-se

abriram em abril.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Evolução das Espécies

A partir desta quinta-feira (17) é possível ler manuscritos e a versão original do livro "A Origem das Espécies", de Charles Darwin.
O naturalista britânico tornou-se conhecido muldialmente por sua teoria sobre a seleção natural.
Veja e leia aqui.

Charles Darwin

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Descoberta

A vida acontece. A vida passa. E eu estou cá, olhando, como se não fizesse parte dela. Me falta algo que eu não sei dar nome. E essa busca não se finda. Nunca.

"Em minhas andanças, eu quase nunca soube se estava fugindo de alguma coisa ou caçando outra. Você talvez esteja fugindo de si mesma, e a si mesma caçando; nesta brincadeira boba passamos todos, os inquietos, a maior parte da vida — e às vezes reparamos que é ela que se vai, está sempre indo, e nós (às vezes) estamos apenas quietos, vazios, parados, ficando. Assim estou eu".

A Viajante, livro A Borboleta Amarela, Rubem Braga.

terça-feira, 15 de abril de 2008

A escolha certa

Ansiedade. Incerteza. Qual o caminho certo? A estrada que não peguei ainda ressoa, vibrante, dentro de mim. Melhor não cometer novos erros. A escolha é uma dádiva, mas a consequência é inevitável. Uma escolha. Um ensinamento. E novos caminhos. A estrada que não peguei ainda ressoa em meu ouvido. O que fazer?


Passo por aqui novamente assim que eu decidir qual estrada pegar. Ou não.