Por que é um dos filmes mais bonitos que eu já vi.
Por que é para o adulto relembrar a criança que um dia foi.
Por que é inspirador.
Por que é baseado em um clássico infantil.
Por que a trilha sonora é linda.
Por que não afasta a tristeza e a solidão, como os monstros queriam que Max fizesse, mas provoca uma reflexão sobre esses sentimentos.
Será um lugar onde tudo o que você quiser acontecerá.
. Eu já havia percorrido cerca de 24 quilômetros a pé, subido e descido montanhas, atravessado rios e andado por brejos quando, enfim, caminhava na estradinha de terra em direção à casa da dona Raquel, no Vale do Pati. Estava cansada, suja de lama e com os ombros doendo por carregar a mochila quando o medo começou a me rondar, anunciando que começava a escurecer e eu ainda não tinha chegado ao meu destino. Mas então, aos poucos, foram surgindo pontinhos luminosos. Apareciam e sumiam entre as árvores - dezenas deles -, iluminando todo o caminho.
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Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente.
Já que o filme "Onde Vivem os Monstros", baseado no livro de Maurice Sendak, está previsto para estrear no Brasil apenas em 15 de janeiro de 2010, o jeito é conter a ansiedade para assistir o longa no site "Terrible Yellow Eyes", que apresenta ilustrações do clássico infantil adaptado para o cinema.
Organizado pelo ilustrador norte-americano Cory Godbey, o projeto artístico reúne na internet interpretações de 150 ilustradores e de centenas de colaboradores acerca da obra.
Tia, hoje eu que vou contar uma história! Era uma vez duas princesas (a gente) que foram passear no parque num dia beeem bonito e com nuvens de sorvete no céu.
Eu e a minha sobrinha-prima Irys na história que ela inventou.
Jornalista paulistana, insisto em contemplar a vida com olhos de menina. Com palavras e imagens rabisco a minha alma, eternizando tudo o que vejo dentro de mim.
"Quem é você?", perguntou a Lagarta. Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: "Eu - eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento - pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então". [Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll]