Trecho de uma carta que recebi há alguns anos e faz alusão à Terra dos Homens, de Antoine de Saint-Exupéry.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Sobre homens e estrelas
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Aventuras
Era uma vez um menino que queria ser explorador. Queria tanto, mas tanto, que passava horas deitado no chão de seu quarto, apenas contemplando os mapas dos livros de geografia da escola. Com caneta em punho ele riscava estados, demarcava territórios, criava roteiros e se punha a imaginar todas as maravilhas que encontraria em suas aventuras.
Bastava olhar um pouco mais demoradamente para a profusão de linhas e de nomes no papel para logo se ver trajando calça e blusa cáqui, chapéu de aba larga e cinto preto com um monte de penduricalhos na cintura. Slept! Slept! E o seu chicote estalava no ar contra chacais, enquanto ele corria para a entrada de uma caverna desconhecida. Escalava montanhas, atravessava cânions, enfrentava insetos venenosos e conhecia lulas-gigantes nas profundezas dos oceanos. Mas se era fácil sonhar, quão difícil seria realizar?
E assim ele começou a bolar mil e uma estratégias para não vacilar. Pensou em escrever um bilhete bonito, colocar uma mochila nas costas e dizer adeus pra nunca mais voltar. Logo depois teve uma ideia melhor: se matricular em uma escola que oferecesse treinamento de sobrevivência na selva para viver perigosamente, como sempre quis. E de ideia em ideia passou a tarde toda a divagar. Pensou e pensou até chegar à conclusão de que nenhuma dessas histórias colaria, a mãe choraria e ele jamais partiria. E só assim percebeu que viver dentro da imaginação é que era a maior das aventuras. Lá poderia ser quem quisesse, viajar para qualquer lugar e até conhecer terras além do mar, do céu e das estrelas, para todo o sempre.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
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Rita Apoena
terça-feira, 18 de maio de 2010
Em busca da muiteza
Para Maria da Graça, Paulo Mendes Campos.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Querido Helianto,
Ah! Como eu queria evadir-me com os pássaros, pegar carona na ponta de uma asa para atravessar nuvens espessas com um olhar no céu e outro na terra. E não me importar se às quatro da tarde não chegar ninguém. E abrir a janela repleta de alegria por saber que em algum planeta, localizado em algum lugar do universo, existe uma rosa, um carneiro e dois vulcões extintos, revolvidos cuidadosamente todas as manhãs por um pequenino que sorri milhões de guizos.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Para ler e sonhar
Sou fã declarada de Stephen Michael King. Acho de uma genialidade poética todos os livros que já li dele, e aí posso incluir Pedro e Tina, O Homem que Amava Caixas, Ana, Guto e o Gato Dançarino, Vira-lata e Patrícia.
Sempre que sinto as ideias transbordarem aos borbotões, me lembro da menininha dessa história:
