domingo, 8 de fevereiro de 2009

Telefone sem fio


Às vezes não tem como não ouvir a conversa alheia. Vira e mexe interrompo a leitura de algum livro, no ônibus ou no metrô, quando alguém levanta um pouco o tom de voz em uma conversa (se bem que prefiro isso ao invés daquele pessoal que coloca o celular para tocar música bem alto). Quando passa a irritação, sempre acabo dando boas risadas com o que escuto. Aí vão algumas amostras:
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"... não tem vermelho no arco-íris? Então, vermelho é de Deus, não é da pomba-gira, não..."
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"A festa tava uma beleza... carne maluca e suco a cinquenta centavos... tirei a barriga da miséria."
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Agora, o mais impressionante foi o seguinte diálogo que um amigo me contou:
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"Estou estudando pra passar numa prova e não sei qual é o certo: pobrema ou poblema", perguntou um homem para a mulher ao seu lado. Ela respondeu:

"É assim ó: pobrema é quando é seu e poblema é quando é meu."

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O que mais me impressiona é a criatividade das pessoas...

3 comentários:

Silvana Tavano disse...

O "pobrema" é que a gente não sabe se é pra rir ou pra chorar!

Ai!

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beijo

.leticia santinon disse...

"Pobremão" esse...rs

zezinho disse...

convenhamos: escutar conversa alhei é bom demais! hahaha